Português
Português | English
English
Home
Binswanger in English
Project Connect


Clippings
Real Estate Market
1º Sem. 2008
Fundos internacionais miram incorporadoras brasileiras
2º Sem. 2008
1º Sem. 2009
2º Sem. 2009
1º Sem. 2010
Binswanger on the News
Informações de Mercado
Links
Cases
Newsletters
Clientes
Portfólio

Fundos internacionais miram incorporadoras brasileiras

5/9/2008

Gazeta Mercantil, 09 de Maio de 2008 - O mega investidor norte-americano do setor imobiliário, Sam Zell, disse recentemente que para fugir da crise nos Estados Unidos as melhores oportunidades para investidores estariam nos mercado emergentes como México, China, Brasil e Egito, onde emerge uma nova classe de consumidores de produtos imobiliários. E os investidores estrangeiros entenderam o recado.

Ontem, o segundo maior banco de investimentos do mundo, Morgan Stanley, adquiriu ações em circulação da incorporadora e construtora Gafisa, que representam 12,4% do total de ações ordinárias da empresa. Trata-se de participações sem direito a voto ou a compra e venda de valores mobiliários emitidos pela companhia.

O Morgan Stanley já possui participação de 22,1% na incorporadora Abyara. E também participação na Bracor Investimentos Imobiliários, que tem como sócios a Capital Trust (empresa líder no mercado norte-americano de financiamento de imóveis comerciais) e a Equity International, do empresário Sam Zell. Também tem participação na companhia a seguradora norte-americana W.R. Berkley Corporation, a holding administrada pelo The Olayan Group, e o Royal Group, conglomerado controlado pela família real do Emirado de Abu Dhabi.

A Gafisa também já vinha sendo alvo do interesse externo. O próprio Sam Zell é sócio da companhia, com 14% do negócio. Atualmente, 86% das ações da empresa estão pulverizadas no mercado, mas segundo a assessoria de imprensa, se considerado o total, cerca de 88% estão nas mãos de estrangeiros.

Toda essa movimentação, segundo o diretor de investimentos da Bracor, Colin Butterfield, retrata o bom momento do País frente ao cenário internacional. "O Brasil é a bola da vez, estamos recebendo um fluxo de capital muito grande porque oferecemos estabilidade, inflação sob controle, moeda forte e um crescimento constante nos últimos anos", diz.